{"id":51,"date":"2015-09-08T08:13:05","date_gmt":"2015-09-08T11:13:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/?page_id=51"},"modified":"2015-12-09T13:48:14","modified_gmt":"2015-12-09T16:48:14","slug":"operacoes-de-resinagem","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/operacoes-de-resinagem\/","title":{"rendered":"Opera\u00e7\u00f5es de Resinagem"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\">[vc_row][vc_column][vc_column_text css_animation=&#8221;top-to-bottom&#8221;]INTRODU\u00c7\u00c3O:<\/p>\n<p>No Brasil, a resinagem \u00e9 praticada predominantemente em povoamentos florestais implantados com outros objetivos que n\u00e3o o de produ\u00e7\u00e3o de resina. Atualmente, com os trabalhos de pesquisa realizados, j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel implantar florestas com sementes melhoradas, com aumento significativo da produtividade, visando a produ\u00e7\u00e3o de resina associada \u00e0 madeira.<\/p>\n<p>\u2022 Resinagem \u2013 conjunto de opera\u00e7\u00f5es realizadas com vista a produzir e extraira resina das \u00e1rvores, com base na abertura de fenda ou sulcos que fazem verter os canais resin\u00edferos.<\/p>\n<p>\u2022 Resina \u2013 Material s\u00f3lido ou semis\u00f3lido, usualmente uma mistura complexa de componentes org\u00e2nicos, denominados de terpenos, insol\u00faveis em \u00e1gua, mas sol\u00faveis em certos solventes org\u00e2nicos, tais como hidrocarbonetos, \u00e9ter e etanol.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s an\u00e1lise da Floresta, e avalia\u00e7\u00e3o das suas condi\u00e7\u00f5es, e levando-se em considera\u00e7\u00e3o a idade e o di\u00e2metro das \u00e1rvores, inicia-se o processo de resinagem.<\/p>\n<p>\u00c9 comum no setor, o processo de resinagem ter in\u00edcio em florestas com idades superiores h\u00e1 8 anos para os Pinus elliottii e 12 anos para os Pinus tropicais, sendo que geralmente os plantios com esta idade t\u00eam uma popula\u00e7\u00e3o entre 800 a 1.000 \u00e1rvores\/ha e os quais j\u00e1 devem estar devidamente desramados.<\/p>\n<p>A \u00e9poca recomendada para se iniciar as opera\u00e7\u00f5es de resinagem \u00e9 no per\u00edodo de inverno, com a instala\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que estas opera\u00e7\u00f5es iniciais s\u00e3o demoradas e se bem realizadas, no principio da primavera \u00e9 poss\u00edvel iniciar o estriamento das \u00e1rvores e come\u00e7ar a ter uma produ\u00e7\u00e3osatisfat\u00f3ria.<\/p>\n<p>1 \u2013 FERRAMENTAS UTILIZADAS<\/p>\n<p>Nas opera\u00e7\u00f5es de resinagem, pelo m\u00e9todo cl\u00e1ssico, s\u00e3o utilizadas as seguintes ferramentas:<\/p>\n<p>\u00b7 Estriador Comum \u2013 ferramenta de superf\u00edcie cortante, em formato de \u201cU\u201d, de base reta e com dimens\u00e3o igual \u00e0 altura pretendida para a estria;<\/p>\n<p>\u00b7 Estriador de bico ou Riscador \u2013ferramenta com superf\u00edcie em formato de \u201cV\u201d com as laterais cortantes e com ponta levemente arredondada, que \u00e9 utilizada para fazer o risco no tronco (\u201cbigode\u201d), para facilitar a instala\u00e7\u00e3o do coletor de resina, evitando perdas;<\/p>\n<p>\u00b7 Raspador de Resina \u2013 ferramenta utilizada para raspar o painel, retirando a resina cristalizada;<\/p>\n<p>\u00b7 Raspador de tronco \u2013 ferramenta utilizada para o alisamento da casca, facilitando a instala\u00e7\u00e3o de recipientes coletores e tamb\u00e9m a confec\u00e7\u00e3o de estrias;<\/p>\n<p>\u00b7 Bisnaga ou Almotolia \u2013 ferramenta utilizada na aplica\u00e7\u00e3o de pasta estimulante e pode possuir bico pl\u00e1stico ou met\u00e1lico.<\/p>\n<p>\u00b7 Engenhoca \u2013 Estriador com cabo alongado utilizado para cortar estrias altas.<\/p>\n<p>Nota: Em rela\u00e7\u00e3o aos EPI\u2019s, transporte de funcion\u00e1rios, normas trabalhistas, dentre outros, s\u00e3o contemplados pela legisla\u00e7\u00e3o vigente.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image0021.jpg\" rel=\"attachment wp-att-92\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-92\" src=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image0021.jpg\" alt=\"image002[1]\" width=\"255\" height=\"170\" \/><\/a><\/p>\n<p>2 \u2013 SELE\u00c7\u00d5ES DAS \u00c1RVORES<\/p>\n<p>Para \u00e1reas com Pinus elliottii, normalmente s\u00e3o selecionadas \u00e1rvores com DAP m\u00ednimo de 15 a 16cm, normalmente com DAP m\u00e9dio de 18 ou 19 cm.<\/p>\n<p>Para \u00e1reas com Pinus tropical, o DAP m\u00ednimo comum \u00e9 de 18cm.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image006.jpg\" rel=\"attachment wp-att-95\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-95\" src=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image006.jpg\" alt=\"image006\" width=\"255\" height=\"170\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image004-1.jpg\" rel=\"attachment wp-att-94\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-94\" src=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image004-1.jpg\" alt=\"image004\" width=\"255\" height=\"170\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>3 \u2013 RO\u00c7ADA E LIMPEZA DA FLORESTA<\/p>\n<p>A ro\u00e7ada consiste na elimina\u00e7\u00e3o de plantas n\u00e3o desejadas na floresta de Pinus, como por exemplo, sub-bosque avantajado. Ela pode ser feita pelos m\u00e9todos: manual (Ex: foice), mecanizada (trator com ro\u00e7adeira, motoro\u00e7adeira). Este processo \u00e9 importante para facilitar a locomo\u00e7\u00e3o dentro da floresta, assim como eliminar a concorr\u00eancia por \u00e1gua e nutrientes do solo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image008.jpg\" rel=\"attachment wp-att-96\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-96\" src=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image008.jpg\" alt=\"image008\" width=\"255\" height=\"170\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>4 \u2013 RASPA DE CASCA OU DESENCARRASQUE<\/p>\n<p>Esta etapa consiste em alisar o tronco da \u00e1rvore, utilizando ferramenta adequada (raspador de tronco), para eliminar as irregularidades e nivelar a casca da \u00e1rvore sem causar ferimento no lenho, deixando uma superf\u00edcie lisa, com a finalidade de facilitar as etapas seguintes. Fica a crit\u00e9rio do resinador, verificar a necessidade deste procedimento.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image012.jpg\" rel=\"attachment wp-att-98\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-98\" src=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image012.jpg\" alt=\"image012\" width=\"255\" height=\"170\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image010.jpg\" rel=\"attachment wp-att-97\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-97\" src=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image010.jpg\" alt=\"image010\" width=\"255\" height=\"170\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>5 \u2013 RISCO PARA FIXA\u00c7\u00c3O DO SAQUINHO<\/p>\n<p>Esta etapa consiste na confec\u00e7\u00e3o de uma entalhe (ou incis\u00e3o) na casca da \u00e1rvore, com profundidade pr\u00f3xima ao lenho, para a fixa\u00e7\u00e3o do recipiente coletor de resina. Deve ser feito com altura suficiente para que a base do saquinho fique apoiada ao ch\u00e3o, ou seja, algo em torno de 20 cm.<\/p>\n<p>6 \u2013 AMARRA\u00c7\u00c3O DO RECIPIENTE COLETOR<\/p>\n<p>Como recipiente coletor, o mais utilizado \u00e9 o saco pl\u00e1stico.<\/p>\n<p>Para fixar o saco pl\u00e1stico na \u00e1rvore, utiliza-se arame (usualmente com 0,22 mm de espessura), encaixando o saco pl\u00e1stico no risco. Este procedimento deve ser executado com muita aten\u00e7\u00e3o, para que o saquinho fique bem fixado, evitando vazamentos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image014.jpg\" rel=\"attachment wp-att-99\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-99\" src=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image014.jpg\" alt=\"image014\" width=\"255\" height=\"170\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00b7 Confec\u00e7\u00e3o do saquinho: os materiais utilizados na confec\u00e7\u00e3o do saquinho coletor s\u00e3o: saco pl\u00e1stico, semente de eucalipto (que pode ser substitu\u00eddo por pedra ou haste pl\u00e1stica) e arame. A primeira opera\u00e7\u00e3o \u00e9 dobrar a boca do saquinho uma vez. Em seguida deve ser colocada a semente a 3 cm das extremidades do saquinho, e fazer a amarra\u00e7\u00e3o com arame. O comprimento do mesmo deve ser suficiente para dar a volta na \u00e1rvore e ser amarrado com seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>7 \u2013 ABERTURA DA ESTRIA E APLICA\u00c7\u00c3O DA PASTA ESTIMULANTE<\/p>\n<p>Utilizando a ferramenta adequada (estriador), abre-se um corte que seja suficiente para atingir o lenho sem feri-lo, para que os canais resin\u00edferos fiquem expostos, sendo aconselh\u00e1vel que o comprimento seja pr\u00f3ximo a 1\/3 da circunfer\u00eancia da \u00e1rvore, tendo como comprimento m\u00ednimo 15 cm e m\u00e1ximo 25 cm; e largura m\u00ednima de 1,5 cm e m\u00e1xima de 2,5 cm.A pasta estimulante \u00e9 aplicada de forma uniforme diretamente na parte superior da estria, entre a casca e o lenho para que os canais resin\u00edferos n\u00e3o se fechem, mantendo a exuda\u00e7\u00e3o por um per\u00edodo mais longo, at\u00e9 que se fa\u00e7a nova estria, desta forma a goma resina continua sendo exsudada. * Texto completo abaixo, em Per\u00edodo entre estrias<\/p>\n<p>Usualmente s\u00e3o abertas estria retas (paralelas ao solo) da 1\u00aa at\u00e9 a 3\u00aa safra. A partir da 4\u00aa safra, confeccionam-se estrias em \u201dV\u201d. Existem casos em que j\u00e1 na primeira safra do painel as estrias j\u00e1 s\u00e3o realizadas em \u201cV\u201d, com aproximadamente 50% da circunfer\u00eancia da \u00e1rvore, isto ocorre principalmente no extremo sul do pa\u00eds, com intuito de haver maior \u00e1rea da estria, j\u00e1 que devido aos longos per\u00edodos de frio geralmente a produ\u00e7\u00e3o costuma ser baixa.<\/p>\n<p>Abaixo um quadro resumindo a altura ao final de cada ano de safra nos Pinus elliottii e Pinus tropical.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image016.gif\" rel=\"attachment wp-att-100\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-100\" src=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image016.gif\" alt=\"image016\" width=\"178\" height=\"163\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*A medi\u00e7\u00e3o da altura do painel deve ser realizada a partir da primeira estria da primeira safra do painel.<\/p>\n<p>A diferen\u00e7a na altura dos pain\u00e9is entre as esp\u00e9cies se d\u00e1 porque, no caso dos Pinus tropicais a resina dos mesmos possuir menor teor de terebintina, logo ocorre mais rapidamente a cristaliza\u00e7\u00e3o da mesma, havendo ent\u00e3o necessidade de realizar um maior numero de estrias para seter uma produ\u00e7\u00e3o permanente e adequada.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image018.jpg\" rel=\"attachment wp-att-101\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-101\" src=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image018.jpg\" alt=\"image018\" width=\"255\" height=\"170\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00b7 Per\u00edodo entre estrias e descanso das \u00e1rvores<\/p>\n<p>\u00c9 comum realizar estrias a cada 15 dias para os Pinus elliotti e de 12 dias para os Pinus tropicais.<\/p>\n<p>O per\u00edodo entre a realiza\u00e7\u00e3o das estrias pode variar, sendo que h\u00e1 fatores que influenciam na tomada de decis\u00e3o do resineiro, tais como: temperatura e principalmente d\u00e9ficit h\u00eddrico, sendo o segundo fator bastante vari\u00e1vel conforme a regi\u00e3o em que se encontra o plantio, j\u00e1 que o regime de chuva \u00e9 diferente entre os estados produtores.<\/p>\n<p>Em algumas regi\u00f5es do estado de S\u00e3o Paulo, por exemplo, segundo os balan\u00e7os h\u00eddricos oficiais a \u00e9poca do d\u00e9ficit h\u00eddrico ocorre entre os meses de agosto e setembro.<\/p>\n<p>J\u00e1 no norte de Minas Gerais h\u00e1 longos per\u00edodos de seca (na maioria dos anos entre maio e setembro segundo os bala\u00e7os h\u00eddricos) e na mesma \u00e9poca no Rio Grande do Sul o comum \u00e9 haver invernos chuvosos, por\u00e9m com frio rigoroso nestes per\u00edodos.<\/p>\n<p>Logo, como \u00e9 percept\u00edvel em cada regi\u00e3o o produtor deve atentar-se de forma particular ao intervalo entre estrias, e nesses casos exemplificados de frio elevado e d\u00e9ficit h\u00eddrico intenso, o resinador deve ficar atento e caso necess\u00e1rio aumentar esse per\u00edodo em alguns dias para n\u00e3o prejudicar sua floresta, bem como sua produ\u00e7\u00e3o que depende diretamente delas.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image020.jpg\" rel=\"attachment wp-att-102\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-102\" src=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image020.jpg\" alt=\"image020\" width=\"255\" height=\"170\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image022.jpg\" rel=\"attachment wp-att-103\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-103\" src=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image022.jpg\" alt=\"image022\" width=\"255\" height=\"170\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>8 \u2013 RASPA DE GOMA<\/p>\n<p>Durante as opera\u00e7\u00f5es de resinagem, parte da resina escorre at\u00e9 o saquinho e parte fica grudada no painel, havendo a necessidade desta ser coletada com o auxilio da ferramenta denominada \u201draspador de goma\u201d. Para a variedade de Pinus elliottii, a atividade \u00e9 realizada uma vez ao ano. Para as variedades dos Pinus tropical, a raspagem de resina grudada no painel \u00e9 realizada duas ou mais vezes ao ano.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image024.jpg\" rel=\"attachment wp-att-104\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-104\" src=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image024.jpg\" alt=\"image024\" width=\"255\" height=\"170\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>9 \u2013 COLETA<\/p>\n<p>A coleta deve ser realizada manualmente, removendo a goma do saquinho e colocando nos baldes coletores retirando, sempre que poss\u00edvel, o excesso de \u00e1gua e impurezas. A goma dos baldes coletores dever\u00e1 ser transferida para tambores com o saco pl\u00e1stico (sac\u00e3o) para tambores j\u00e1 instalado, bombonas pl\u00e1sticas ou para o tanque granel.<\/p>\n<p>Quando se tratar de Goma Resina Tropical, a mesma deve ser socada dentro dos tambores para que ela seja uniformizada, uma vez que se trata de uma resina mais dura, que quando colocada dentro dos tambores sem esse processo, gera v\u00e1rios espa\u00e7os vazios e consequentemente um peso menor que a capacidade do tambor, gerando um custo maior de transporte.<\/p>\n<p>Com o avan\u00e7o da atividade, j\u00e1 existem outras op\u00e7\u00f5es aos tambores de ferro, s\u00e3o elas as \u201cbombonas pl\u00e1sticas\u201d que n\u00e3o necessitam a utiliza\u00e7\u00e3o de sac\u00e3o pl\u00e1stico, al\u00e9m da coleta a granel, que s\u00e3o tanques rebocados dentro dos talh\u00f5es por tratores e em sequencia a resina \u00e9 estocada em local apropriado ou transferida diretamente no caminh\u00e3o respons\u00e1vel pelo transporte.<\/p>\n<p>Dica: Limpeza das m\u00e3os &#8211; Para facilitar a limpeza, \u00e9 usualmente utilizado um composto dos seguintes produtos: \u00f3leo de soja e detergente l\u00edquido neutro.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image026.jpg\" rel=\"attachment wp-att-105\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-105\" src=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image026.jpg\" alt=\"image026\" width=\"255\" height=\"170\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>10 \u2013 PREPARA\u00c7\u00d5ES PARA AS DEMAIS SAFRAS<\/p>\n<p>Esta prepara\u00e7\u00e3o deve ocorrer tamb\u00e9m no per\u00edodo de inverno, pois nesta \u00e9poca o intervalo de estriamento \u00e9 maior e libera m\u00e3o de obra para iniciar o levantamento dos saquinhos e consequentemente preparo necess\u00e1rio para o bom andamento da safra seguinte.<\/p>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o consiste na acomoda\u00e7\u00e3o do saquinho, um pouco abaixo da \u00faltima estria cortada, at\u00e9 que chegue a uma altura m\u00e1xima de 1,30 mts possibilitando assim a coleta da resina.Nesta oportunidade s\u00e3o substitu\u00eddos os saquinhos muito desgastados e feita assim uma revis\u00e3o completa para ter 100% dos saquinhos em condi\u00e7\u00f5es de captar a resina a ser produzida. Esta opera\u00e7\u00e3o \u00e9 igual \u00e0 instala\u00e7\u00e3o, porem acima imediatamente da \u00faltima estria cortada.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image030.jpg\" rel=\"attachment wp-att-106\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-106\" src=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image030.jpg\" alt=\"image030\" width=\"255\" height=\"170\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image032.jpg\" rel=\"attachment wp-att-107\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-107\" src=\"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/image032.jpg\" alt=\"image032\" width=\"255\" height=\"170\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nota: Dependendo do plano de manejo a ser implantado, pode\u2013se adotar a resinagem em 1, 2 ou mais faces, desde que o DAP da \u00e1rvore permita. Deve ser considerada a dist\u00e2ncia entre pain\u00e9is de no m\u00ednimo 5 cm em toda a extens\u00e3o do painel.<\/p>\n<p>**** \u00c9 IMPRESCIND\u00cdVEL QUE SE UTILIZE O BOM SENSO, PARA EXECU\u00c7\u00c3O DE UM BOM PLANO DE MANEJO, EM TODAS AS OPERA\u00c7\u00d5ES CITADAS ACIMA.<\/p>\n<p>Este texto foi elaborado e redigido por um grupo de trabalho, formado por associados da ARESB e especialistas em resinagem, s\u00e3o eles:<\/p>\n<p>&#8211; Eduardo Monteiro Fagundes<\/p>\n<p>&#8211; Silvano Cunha Ribeiro<\/p>\n<p>&#8211; Demerval Ferreira<\/p>\n<p>&#8211; Estefhani Catherine Resende<\/p>\n<p>&#8211; Ricardo de Oliveira Antunes Junior[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text css_animation=&#8221;top-to-bottom&#8221;]INTRODU\u00c7\u00c3O: No Brasil, a resinagem \u00e9 praticada predominantemente em povoamentos florestais implantados com outros objetivos que n\u00e3o o de produ\u00e7\u00e3o de resina. Atualmente, com os trabalhos de pesquisa realizados, j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel implantar florestas com sementes melhoradas, com aumento significativo da produtividade, visando a produ\u00e7\u00e3o de resina associada \u00e0 madeira. \u2022 Resinagem \u2013 conjunto [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/51"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=51"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/51\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":108,"href":"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/51\/revisions\/108"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.aresb.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=51"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}